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dc.contributor.authorCapelo, Maria Regina Teixeira Ferreira
dc.contributor.authorPocinho, Margarida Maria Ferreira Diogo Dias
dc.contributor.authorSantos, Cristina Maria Cordeiro Ferreira Simões
dc.date.accessioned2014-11-17T10:36:33Z
dc.date.available2014-11-17T10:36:33Z
dc.date.issued2013
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10272/9305
dc.description.abstractNeste estudo utilizamos o pressuposto de que qualquer situação de stresse obriga a uma nova adaptação por parte do indivíduo. Assim, considerámos que a eficácia das estratégias de copingreside na capacidade que têm de reduzir a perturbação sentida por determinada pessoa, situação, contexto e momento.Com uma amostra de cinco educadoras de infância que trabalham num jardim de infância do ensino público português, situado em meio rural procuramos conhecer as suas representações em relação ao stresse e ao coping no trabalho. A análise dos dados sugere que as educadoras de infância apresentam o nível de stresse próximo do médio (2,8); as principais fontes de stresse percepcionadas enquadram-se na conciliação família-trabalho/problemas pessoais; instabilidade laboral; conflitos interpessoais; burocracia e excesso de projetos; comportamento dos alunos; clima laboral; e gestão do tempo. Por sua vez, as estratégias de coping mais utilizadas são focalizadas na resolução dos problemas e na interação social. Por fim, o estudo demonstra, ainda, a necessidade de promoção de estratégias organizacionais por parte do jardim de infância e pelas entidades governamentais tendo em vista a redução do stresse laboral das educadoras de infância.en_US
dc.description.abstractIn this study we used the assumption that any situation of stress requires a new adaptation by the individual. Thus, we considered that the effectiveness of coping strategies lies in their capacity to reduce disturbance felt by a person, situation, context and time. In a sample of five portuguese childhood educators working in portuguese Kindergarten public schools located in rural areas, seek to know their representations in relation to stress and coping at work. Analysis of the data suggests that kindergarten teachers have the same level of stress near the middle (2,8); the main sources of stress perceived fall under personal family-work/problems reconciliation; labor unrest; interpersonal conflicts; bureaucracy and excessive projects; student behavior; work environment; and time management. In turn, the most frequently used coping strategies are focused on problem-solving and social interaction. Finally, the study also demonstrates the need to promote organizational strategies by kindergarten and governmental entities with a view to reducing the stress of labor in kindergarten teachers.en_US
dc.language.isoporen_US
dc.publisherUniversidad de Huelvaen_US
dc.rightsAtribución-NoComercial-SinDerivadas 3.0 España*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/es/*
dc.subject.otherStresseen_US
dc.subject.otherCopingen_US
dc.subject.otherEducadoras de infância portuguesasen_US
dc.subject.otherPortuguese kindergarten educatorsen_US
dc.titleStresse e coping em educadores de infância portugueses : um estudo exploratórioen_US
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/articleen_US
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccessen_US


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